Moisés = Renuncia, Mansidão e Fidelidade

Vários intérpretes supõem que Moisés poderia tornar-se o Faraó seguinte, se tivesse permanecido no agrado da corte egípcia. Não temos meios para julgar tal possibilidade. Seja como for, ele tinha muito a perder se abandonasse sua privilegiada posição; e, do ponto de vista natural, nada tinha a ganhar, senão a miséria, ao identificar-se com o povo escravizado.

Moisés desistiu de uma invejável posição, das riquezas da casa real, do prestigio de elevada posição oficial. Ele deve ter sido informado relativamente cedo em sua vida, acerca de sua verdadeira origem.

Durante anos ele pôde observar a brutalidade dos egípcios e a triste sorte de seu povo. Tudo isto contribuiu para deixa-lo revoltado; e compreendeu que algum dia seria obrigado a defender a justiça, a despeito de quaisquer sacrifícios pessoais que envolvesse.

Além da renuncia se seus privilégios na corte egípcia, em favor do seu povo, Moisés foi um homem de marcante perseverança. Seu caráter firme e corajoso fez com que Deus o escolhesse para uma missão especial; o livramento dos israelitas das mãos de Faraó. O cativeiro estava chegando ao fim, segundo a palavra a Abraão, Genesis 15.13-14, por isso Moisés foi preparado de maneira também especial, para realizar aquele trabalho.

A partir da libertação, começa uma caminhada em demanda das terras prometidas por Deus aos descendentes de Abraão. Essa caminhada demorou 40 anos de viagem e paradas pelo caminho. Seguindo esse percurso e as circunstâncias que o envolveram, ver se á fé inabalável de Moisés, que o fez homem de perseverança, de confiança e decisão que resultaram na formação de um líder valoroso.

As ricas lições da vida de Moisés devem ser para o povo de Deus da atualidade, um espelho nos quais todos precisam mirar e buscar viver aqueles exemplos dignos de um verdadeiro cristão.

Moisés=Renuncia, Mansidão e Fidelidade

Moisés exemplo de Renuncia

Entre os significados de renuncia, temos os seguintes: “respeitar, recusar, não querer, abdicar, desistir de”. Tudo isto fez Moisés, o grande profeta de Deus.

O fato de deixar ele o palácio, para visitar seus irmãos cativos, já era a mão de Deus operando. Lá entre seu povo pôde perceber a ingratidão do cativeiro. As tarefas impostas, a violência dos mestres ou fiscais de obra, contribuíram para que Moisés tomasse a decisão, das promessas feitas por Deus aos descendentes de Abrão, entre os quais, ele se incluía.

Pela fé, diz a Bíblia, Moisés trocou todos os privilégios e direitos ao trono de faraó, preferindo sofrer todas as afrontas com o povo de Deus, porque ai a recompensa seria eterna e não passageira. Atitudes dessa natureza marcam a vida da pessoa, fazendo-a corajosa, destemida e confiante nas promessas divinas.

Moisés de Mansidão e Fidelidade

Mansidão e fidelidade eram também qualidades na vida e no caráter de Moisés. Se Moisés não fosse um homem manso, não teria suportado o povo durante quarenta nãos. A fidelidade também o manteve em seu conjunto harmonioso de virtudes morais e espirituais.

A responsabilidade é que dá nobreza de caráter. Moisés não tímido ou covarde, mas demonstrava ser um homem determinado, capaz e responsável.

Nas decisões como líder civil daquele povo, ele soube receber conselhos e instruções do sogro e de maneira sábia aplicar para o bom andamento dos negócios. No sentido espiritual não lhe faltou responsabilidade seria para interceder pelo povo. Era realmente preparado para a liderança dos seus irmãos.

Conclusão

Deus quer representantes autênticos, filhos da luz, que possam brilhar pelo testemunho e pela palavra. O Senhor Jesus cumpriu na cruz a Sua parte, garantido a justificação sem que o pecador necessite pagar por ela. Neste sentido ela é gratuita.

Mas, as práticas da vida religiosa, bem determinadas pela Bíblia, são uma necessidade insubstituível ao servo e Deus que deseja a salvação. Moisés também foi salvo pela graça, pois a fé nele funcionou como uma alavanca altamente poderosa. Mas. Podemos observar que seus exemplos de boas obras, de trabalho e fidelidade marcaram lhe a vida de maneira extraordinária.

É exatamente assim que Deus quer o Seu povo: especial, zeloso e de boas obras. Embora essas obras não tenham nenhum poder para justificar o crente, porque se assim fosse, qualquer pessoa poderia reivindicar a justificação como retribuição pelo esforço. Isto é flagrantemente contrário aos ensinos da Bíblia.

Aprendemos neste artigo que o homem uma vez perdoado deve aceitar e praticar a vontade soberana do Altíssimo. Os textos mostram a necessidade de fidelidade. Que é isto, senão o respeito e obediência às determinações bíblicas que mostram os deveres dos crentes como pessoas lavadas no sangue da redenção e santificadas pelo Espirito Santo? Se não houver na vida cristã a pratica do temor a Deus, a pessoa é considerada rebelde e desobediente, perante a Palavra de Deus.

Eis por que aprendemos com Jesus a renunciar como Moisés se quiserem segui-Lo. Moisés vendo o invisível, não entendeu que o alcançava só pela promessa, mas sabia que teria de fazer algo de sua parte para chegar lá.

Assim, deve ser a vida cristã. Aprendemos ainda que é necessária responsabilidade no trabalho, como lideres da Igreja; e, sobretudo, na vida religiosa, sendo tementes a Deus, como no ensina a sã doutrina e não as filosofias de mestres de mentes cauterizadas.

Moisés = Renuncia, Mansidão e Fidelidade
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